Renúncia fiscal não é imposto. É participação. A DOOT conecta renúncia fiscal, estratégia de marca, ESG, impacto cultural, social e territorial numa única arquitetura de relacionamentos em que todas as partes saem satisfeitas.
O Brasil possui bilhões de reais em incentivos fiscais subutilizados. O problema não é a aprovação de projetos. É a ausência de confiança, comunicação e conexão entre contribuintes, marcas e causas.
Falam arte
Falam cultura
Falam marketing
Falam tecnologia
Fala em ODS
Precisa de ESG
Cada um fala sua própria língua. A DOOT é o ponto onde a arte do artista, a estratégia do produtor e os ODS da ONU se encontram com a cobrança por ESG da sociedade. Porque, no fundo, as pessoas gostam de doar. Querem fazer parte de algo maior. O que falta não é vontade. É conexão.
O público reconhece a publicidade tradicional como esforço de venda. Quando uma marca apoia uma causa real, a confiança que se cria é outra. A renúncia fiscal é o caminho mais eficiente para isso: em vez de simplesmente recolher o imposto, a empresa direciona esse valor (que já sairia do caixa de qualquer forma) para uma causa alinhada ao seu propósito. Alto impacto, baixo custo. O desafio não é falta de opção, é encontrar a causa certa: a que faz sentido para a marca, para a sociedade e para a política pública que o Estado busca fomentar com aquele incentivo. A DOOT é uma inteligência de design de ideias e projetos que usam renúncia fiscal como estratégia, conectando as partes até que todas saiam satisfeitas.
Posicionamento alinhado a propósito social e política pública: a renúncia fiscal é fiscalizada pelo Estado.
Conexão emocional com o território, alinhada à demanda de quem vive nele.
Segurança, mensuração e aderência aos ODS da ONU.
Direcionamento de um benefício fiscal para uma causa social real.
A DOOT integra competências que normalmente estão separadas no mercado, conectando incentivo fiscal, estratégia de marca, ESG, comunicação, inovação e impacto cultural, social e territorial em uma única arquitetura relacional.
Execução de ativações e experiências ao vivo.
Planejamento, cronograma e prestação de contas.
Concepção de vivências que conectam marca e público.
Estruturação técnica de propostas culturais e sociais.
Trânsito e articulação junto a órgãos públicos.
Segurança legal e compliance para cada projeto.
Métricas e aderência a critérios ambientais, sociais e de governança.
Narrativa, posicionamento e causa.
Entendemos a jornada completa: o momento em que a marca quer se relacionar com o público, e o que esse público efetivamente espera, até chegar num meio-termo que atenda as duas demandas.
Mapeamento do que a empresa paga de imposto, de sua estratégia de marketing e ESG, e das possibilidades de renúncia mais aderentes ao que o mercado precisa.
Leitura do potencial de impacto de cada projeto e de sua aderência às políticas de renúncia que o poder público busca fomentar.
Elaboração do projeto e inscrição para o benefício da renúncia fiscal.
Monitoramento da aplicação da solução, executada pela DOOT ou por terceiros.
KPIs definidos ainda na etapa de Design do Projeto, alinhados à estratégia da empresa, à política pública da renúncia e aos ODS da ONU.
Priorizamos mecanismos que combinam segurança jurídica, potencial de captação e impacto verificável.
PJ até 4% e PF até 6% do IR. Em 2024: R$ 2,97 bi captados de R$ 16,9 bi autorizados.
Recorde de R$ 1,06 bi captados em 2024, mas só 40% dos projetos submetidos foram autorizados.
PJ até 1% e PF até 6% do IR, destinados aos Fundos da Criança e do Adolescente.
Mesmas faixas do FIA: PJ até 1%, PF até 6% do IR devido.
1% + 1% do IR para oncologia e atenção à pessoa com deficiência.
Mecanismo mais recente: até 1% do IR, compartilhado com o limite do esporte.
Ex: Fazcultura (Bahia), teto de 0,3% da arrecadação de ICMS do estado.
Ex: Viva Cultura e outros mecanismos locais.
Diferente das demais: beneficia diretamente a inovação da própria empresa, com dedução de até 180% em P&D. Entra no portfólio porque inovação também é uma causa que o país quer fomentar.
Somados, esses mecanismos federais permitem que uma empresa do Lucro Real direcione até 10% do seu Imposto de Renda para causas reais: cultura, esporte, infância, terceira idade, saúde, meio ambiente e inovação. A DOOT existe para que essa margem deixe de ser só um número na declaração.
A DOOT já opera em diversos estados e municípios brasileiros, com destaque atual para projetos sociais e culturais, as frentes mais ativas do momento. Entre os clientes ativos:
Sou músico, compositor, artista plástico e inventor dos tambores de pneu. Também sou DOOT. A DOOT tira a ideia do papel e transforma em projeto: traz clareza, estratégia e conecta o sociocultural, o ambiental e a parte musical que envolve cada trabalho. Isso me dá o conforto pra seguir criando sem perder a força do coletivo.
A gente que vive da cultura, com o pé no chão e a sanfona no peito, sabe o quanto é difícil fazer o projeto acontecer de verdade. Muita coisa boa fica na gaveta. A DOOT entra com uma sensibilidade que a gente não vê por aí: entende nossa arte e nossa essência, mas também sabe o caminho das pedras da burocracia que afasta a gente de quem pode investir. Com a DOOT, meus projetos culturais incentivados ganharam um novo fôlego: uma estrutura que me deu tranquilidade pra focar no que eu sei fazer de melhor, a música, o forró e a sanfona. É uma parceria que traduz confiança, eficiência e, acima de tudo, respeito pela nossa cultura. A prova de que, quando a estratégia encontra o propósito, o impacto é certo.
Duas formações raras e complementares, que transformam sensibilidade em método e visão em entrega.
Formado em Filosofia, com trajetória em produção cultural. Lê cada projeto além do óbvio, identificando propósito, aderência cultural e a narrativa que sustenta uma conexão de verdade entre marca e causa. É essa leitura que garante profundidade a cada curadoria da DOOT, não só compliance.
Especialista em economia criativa e gestão cultural, com trajetória na interseção entre Direito, Educação e Gestão. Já atuou em 14 países, entre consultorias e workshops de liderança, repertório que traz à DOOT escuta ampliada e capacidade de conectar diferentes realidades institucionais. Estrutura cada projeto com rigor jurídico e segurança regulatória, unindo estratégia, propósito e conformidade legal.
Passe o mouse sobre a rede abaixo. De um lado, quem se conecta: artistas, produtores, empresas, investidores, contribuintes, poder público e você. Do outro, as causas: cultura, esporte, saúde, infância, meio ambiente, inovação e a sua. No meio de tudo, um único ponto que alcança qualquer outro: a DOOT.
"O ser humano ama colaborar, desde que não seja obrigado a colaborar."
Incentivo não é obrigação fiscal. Incentivo não é imposto. É participação.
O olhar não deve ser para "abater imposto", mas para cidadania fiscal emocional. As pessoas colaboram mais quando sentem pertencimento, não obrigação. Sentem que fazem parte da transformação. Já entendemos profundamente o gargalo do mercado, e estamos estruturando uma operação enxuta para capturar essa oportunidade.
Seja você artista ou produtor cultural buscando viabilizar um projeto; uma empresa que já tem agenda ESG ou quer construir uma; uma marca que quer levar sua política de marketing para uma causa social, cultural ou ambiental; uma empresa investindo em inovação; ou um contribuinte querendo transformar imposto em participação: a DOOT tem o método e a curadoria para conectar o que precisa se encontrar.